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Porque não se devem pedir empréstimos num casino de jogos

A prática do jogo teve a sua origem em tempos ancestrais. Este era praticado pelos diversos povos, chegando aos dias de hoje. Cada vez mais as pessoas recorrem aos casinos e aos vários espaços de jogo com a finalidade de ganharem algum dinheiro, interligarem e aproximarem-se dos amigos e ocuparem o tempo livre e de lazer. A ideia de jogar de forma responsável, lúdica e com prazer tem vindo a dar espaço à ideia de obter dinheiro de forma rápida e fácil.

Certos indivíduos acabam por perder o controlo e por gastar todo o seu dinheiro de maneira descontrolada. Alguns, quando já não possuem nada para apostar, recorrem ao próprio casino solicitando empréstimos ou créditos com a finalidade de jogarem até recuperarem o que perderam e devolverem tudo o que devem.

O que são os empréstimos nos casinos de jogos?

Por vezes, quando os jogadores já têm investido todo o seu dinheiro, levados pela adrenalina, pedem até uma certa quantia na própria sala de jogo ou casino, que deverá de ser devolvida durante um determinado prazo. Se este não for cumprido, a pessoa poderá ser alvo de juros bastante elevados que se vão acumulando até a dívida estar paga.

Motivos para não contrair empréstimos nos casinos de jogos

Existem diversas razões para as pessoas abandonarem o jogo e para não contraírem empréstimos financeiros, tais como:

  • Possibilidade de contrair dívidas de valores muito elevados difíceis de pagar – em certas alturas a vontade de jogar pode ser tentadora e levar o jogador a tomar uma atitude irrefletida e a optar por tentar recuperar o que perdeu durante um período indeterminado. Alguns acabam por se afundarem ainda mais e perderem os bens que detêm.
  • Realização de um empréstimo com taxas muito altas – por vezes, certas casas de jogo poderão se aproveitar da fragilidade do indivíduo naquele momento e ceder o dinheiro mas com tarifas de juro enormes.
  • Eventualidade de envidamento descontrolado – em alturas de desespero é possível, as pessoas, perderem o controlo e possuírem grandes dívidas quase impossíveis de liquidar.
  • Hipótese de recorrer a outros empréstimos para pagar os já existentes – para além dos empréstimos que já possuem, alguns indivíduos recorrem a mais empréstimos para liquidarem os que contraíram há mais tempo.
  • Aumento das dívidas junto de familiares e amigos – em alturas de desespero certos jogadores recorrem aos familiares mais próximos e amigos e estes acabam por ser vítimas do vício do familiar ou amigo.

Com o objetivo de alterar esta situação, foram proibidos em Portugal todos os tipos de empréstimo obtidos nos espaços destinados ao jogo. E, alguns dos próprios locais de jogo alertam para o perigo do vício e da dependência do jogo através de panfletos e avisos concebidos para o efeito.

O jogo deve ser visto como um ato de diversão em que os apostadores investem de uma maneira controlada. O ideal é cada um informar-se o máximo possível acerca das regras e do modo de jogar de cada jogo, criar as suas estratégias e estabelecer um limite máximo do dinheiro que poderá perder. Chegando a este valor, deve-se parar.




Sobre o Autor

Joana beatriz

A prática do jogo teve a sua origem em tempos ancestrais. Este era praticado pelos diversos povos, chegando aos dias de hoje. Cada vez mais as pessoas recorrem aos casinos e aos vários espaços de jogo com a finalidade de ganharem algum dinheiro, interligarem e aproximarem-se dos amigos e ocuparem o tempo livre e de lazer. 


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